As virtudes de ser arquitecto
Pela primeira vez na história da humanidade, os arquitectos utilizaram o vidro, o betão e o ferro em toda a sua glória. O estilo deixou de ser uma pele da arquitectura para passar a ser um conceito estrutural, a arquitectura libertava-se do espartilho das limitações materiais, a planta era livre.
Excerto de um post do blog a barriga de um arquitecto.
Os blogs mantidos por aquitectos em Portugal serão outra das nossas casuais ou repetidas incursões. Neste pode-se observar a posição-tipo. Imagem cuidada, pessoalizada, links para uma série de sites e publicações. Ou seja, cuidada forma e apresentação, atenção à criação de uma rede de credibilidades na matéria (links) ao que se unem alguns posts mais livres sobre algumas das grandes figuras da história da arquitectura permeadas com opiniões pessoais e relatos de experiências próprias. Estes coabitam, e bem, geralmente com assuntos mais privados, do gosto, ou da infância da pessoa que escreve ou ainda do foro da roda dos factos importantes do dia-a-dia, seja uma reacção a notícias, a mudanças na política, factos e paixões do desporto, etc.
Há-os também mais casuais, normalmente de estudantes, como os há igualmente mais dirigidos a criação de reputação, através de incursões teóricas mais fundadas e desmistificadoras baseadas e apoiadas nas virtudes das citações académicas. Geralmente de críticos da teoria contêmporanea, via publicações de Barcelona ou América crítica e impulsionadora.
Estes factos criam nos leitores leigos à matéria uma espécie de credibilidade que os leva, aos blogueiros, a ganharem um certo tom representativo da classe e da profissão, efectivamente com direito.
Quanto ao excerto do texto demonstra precisamente esta visão desmitificadora. Se nos conseguirmos lembrar dos Romanos, das Catedrais Góticas, de Michelangelo, Brunelleschi, ou mesmo até das pirâmides do Egipto até faz mais sentido o que o Daniel nos narra. Ainda se a memória e a razão nos assistirem veremos estes argumentos transformados em concreta história fundadora da revolução ainda bem viva e ensinada nas escolas aos estudantes.
Quanto às cidades lá chegaremos... a história da humanidade não começou na idade média e na Europa. O quarto e quinto impérios já não dominam sofregamente ainda as mentes dos críticos. Haverá saida?
Excerto de um post do blog a barriga de um arquitecto.
Os blogs mantidos por aquitectos em Portugal serão outra das nossas casuais ou repetidas incursões. Neste pode-se observar a posição-tipo. Imagem cuidada, pessoalizada, links para uma série de sites e publicações. Ou seja, cuidada forma e apresentação, atenção à criação de uma rede de credibilidades na matéria (links) ao que se unem alguns posts mais livres sobre algumas das grandes figuras da história da arquitectura permeadas com opiniões pessoais e relatos de experiências próprias. Estes coabitam, e bem, geralmente com assuntos mais privados, do gosto, ou da infância da pessoa que escreve ou ainda do foro da roda dos factos importantes do dia-a-dia, seja uma reacção a notícias, a mudanças na política, factos e paixões do desporto, etc.
Há-os também mais casuais, normalmente de estudantes, como os há igualmente mais dirigidos a criação de reputação, através de incursões teóricas mais fundadas e desmistificadoras baseadas e apoiadas nas virtudes das citações académicas. Geralmente de críticos da teoria contêmporanea, via publicações de Barcelona ou América crítica e impulsionadora.
Estes factos criam nos leitores leigos à matéria uma espécie de credibilidade que os leva, aos blogueiros, a ganharem um certo tom representativo da classe e da profissão, efectivamente com direito.
Quanto ao excerto do texto demonstra precisamente esta visão desmitificadora. Se nos conseguirmos lembrar dos Romanos, das Catedrais Góticas, de Michelangelo, Brunelleschi, ou mesmo até das pirâmides do Egipto até faz mais sentido o que o Daniel nos narra. Ainda se a memória e a razão nos assistirem veremos estes argumentos transformados em concreta história fundadora da revolução ainda bem viva e ensinada nas escolas aos estudantes.
Quanto às cidades lá chegaremos... a história da humanidade não começou na idade média e na Europa. O quarto e quinto impérios já não dominam sofregamente ainda as mentes dos críticos. Haverá saida?